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USPE

Unidade de Saúde Preventiva e Epigenética

Quando se busca por mudanças dos comportamentos de vida e alimentares , a mudança ocorre após os primeiros vinte e um dias, tempo em que o biorritmo do corpo começa a reorganizar-se para dar início à saúde com vitalidade.
.– A Fase 1 inicia-se com a primeira consulta, onde se faz uma criteriosa avaliação do estado de saúde do paciente. Nesta consulta, prepara-se a consciência do paciente para a necessidade da mudança através da reorganização alimentar de acordo com o perfil fisiológico e social e do biorritmo, feito num ciclo de 21 dias. Isto é, dá-se início ao acerto do relógio biológico através do cronobiograma (horas certas para comer).

– As Fases 2 e 3 consistem em dois ciclos de 21 dias de desintoxicação alimentar (detox) onde se adequam novos alimentos de forma a depurar o sangue e o ambiente gastrointestinal.
– As Fases 4 e 5 consistem em dois ciclos de 21 dias para a desintoxicação hepática e o acerto dos micronutrientes.
– As Fases 6 e 7 consistem em dois ciclos de 21 dias para acerto e manutenção do ritmo do cronobiograma, tendo em conta toda uma nova reorganização funcional alimentar, nutracêutica e de bem-estar físico e emocional.
O nosso corpo fisiológico é influenciado pelo ciclo circadiano, que rege as vinte e quatro horas do dia. Essa rotação afeta a nossa saúde e o nosso desempenho diário, o qual é regido por três ciclos de biorritmos* ao longo do ano.

1 – O Ciclo Físico, que dura vinte e três dias e afeta o sistema imunitário, a confiança, o impulso sexual e a vitalidade.

2 – O Ciclo Emocional, que dura vinte e oito dias e influencia a criatividade e os estados de espírito, que são regidos pelo funcionamento hormonal.

3 – O Ciclo Intelectual, que tem a duração de trinta e três dias e influencia a função mental.
Ao sermos capazes de escutar o nosso corpo, podemos definir de forma simples a evolução dos ciclos do biorritmo e criar um mapa padrão desse desempenho ao longo de um ano.

A nutri genética enquadra os cinco princípios básicos da saúde integral:

A individualidade bioquímica, porque a interação da nossa genética única, da nossa alimentação e dos elementos ambientais, modulam os nossos genes.
O tratamento centrado no paciente, onde o indivíduo é abordado como um todo, um conjunto de sistemas que se inter-relacionam e que são sujeitos aos fatores ambientais, emocionais, atividade física e hábitos de vida.
O equilíbrio nutricional e a biodisponibilidade de nutrientes, porque as quantidades de nutrientes adequadas ao bom funcionamento do corpo geram uma boa absorção e aproveitamento pelas células.
A relação e interligação em teia, dos fatores fisiológicos, onde todas as funções do corpo estão interligadas. Se houver disfunções dos sistemas, ocorre a doença.
A saúde com vitalidade positiva, porque saúde não é apenas a ausência de doença, mas sim o resultado de diversas relações entre os sistemas orgânicos (sintomas físicos, mentais, emocionais), que podem estar na base do desequilíbrio que gera a doença.
*(Ciclos do biorritmo) A base para este cálculo foi criado no início do século 20 pelo psicólogo Vienense Hermann Swoboda e o médico Alemão, Wilhelm Fliess.

Após a primeira consulta, é feita uma avaliação rigorosa em que os pacientes tomam consciência de que a recuperação do corpo, ao eliminar um processo de doença, causa a chamada “crise da cura”, isto é, agrava os sintomas.

Dra Paula Mouta

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